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BC quer aumentar controle e transparência com operações estruturadas

04 novembro 2013

ISTOÉ

Reunir em único papel as diversas operações de investimentos. Essa é a premissa do Certificado de Operações Estruturadas (COE), aprovado em setembro deste ano e que vai valer a partir de janeiro de 2014. Segundo Sérgio Odilon dos Anjos, chefe do departamento de regulação financeira do Banco Central, a melhor definição para este produto é ser um instrumento de captação mais abrangente.

“Nada mais é do que o agrupamento de diversos outros papéis espalhados no mercado, seja um ativo, debêntures, derivativo de renda fixa ou variável”, disse o executivo, no V Seminário Anbima de Renda Fixa e Derivativos de Balcão. Para Odilon dos Anjos, a expectativa do BC é que ele possa atender dois públicos: o varejo, que inclui clientes bancários e investidor pessoa física, e os investidores institucionais.

O principal beneficio, segundo o representante do BC, é um maior controle que permite apurar e comparar rentabilidade. “Hoje, temos uma estrutura de registros que nos permite a garantia e transparência necessária para esse tipo de operação.”

“Esse papel tem que ser colocado em prática com transparência, mas tem que ser monitorado e levado a sério por todos os envolvidos. É um papel que vai gerar uma série de obrigações perante o BC”.

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Data: 22/11/2013

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