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Brasileiros estão seriamente preocupados com dados pessoais

26 maio 2014

CIO

O índice geral de segurança do país cresceu 14 pontos em relação a 2013, segundo o estudo Unisys Security. Entre os entrevistas, 81% se mostraram seriamente preocupados com o roubo de identidade.

Os brasileiros estão mais preocupados com a segurança nacional e o roubo de identidade, incluindo o acesso não autorizado ou uso indevido de suas informações pessoais e financeiras. É o que revela a edição de 2014 do estudo Unisys Security Index. Mais de 1 mil brasileiros foram entrevistados para o estudo deste ano.

O índice geral de segurança do país, que mede as preocupações dos cidadãos em relação à segurança financeira, nacional, pessoal e segurança na internet, cresceu 14 pontos em relação a 2013. Saltou de 173 pontos, em 2013, para 187 pontos (em uma escala de 0 a 300, que reflete o grau máximo de preocupação).

A pesquisa também perguntou diretamente como os brasileiros veem sua segurança pessoal para os próximos 6 meses, e 68% dos entrevistados se mostraram seriamente preocupados, revelando um aumento de 10 pontos percentuais nesta categoria quando comparada ao ano anterior.

“A sensação de segurança dos cidadãos é um indicador crucial para a confiança pública, utilizado por governos e organizações privadas para se prepararem para responder a ameaças”, afirma Helcio Beninatto, Presidente da Unisys para América Latina e Vice-Presidente de Enterprise Services na região. “Com as manifestações que aconteceram por todo o país no ano passado, é natural que as pessoas estejam mais preocupadas em relação ao tema”, completa.

Outro dado importante apontado no estudo foi que 81% dos entrevistados se mostraram seriamente preocupados com o roubo de identidade, tal como acesso não autorizado ou uso indevido de suas informações pessoais e financeiras. Em relação a esse aspecto, o índice subiu 14 pontos percentuais em relação a 2013.

As agências governamentais e as empresas devem fazer tudo ao seu alcance para proteger os dados do cliente de ameças físicas e cibernéticas, para inspirar confiança. Hoje, apenas 10% dos brasileiros se sentem seguros em realizar transações através de dispositivos móveis, enquanto só 32% se sentem ineseguras em fazer transações online.

Outra preocupação dos brasileiros que aumentou em relação ao ano passado tem relação com casos de epidemias. Mais de três quartos (79%) dos brasileiros ouvidos disseram que esta é uma séria preocupação. Apenas 6% afirmaram que uma epidemia na área de saúde não representa uma real ameaça.

Sobre o Unisys Security Index
Unisys Security Index é um estudo global realizado anualmente que fornece informações sobre as atitudes dos consumidores em diversos aspectos relacionados à segurança. Lieberman Research Group conduziu a pesquisa na América Latina, Europa e nos Estados Unidos; o Newspoll conduziu o estudo na região Ásia-Pacífico. A pesquisa Unisys Security Index contemplou entrevistas com aproximadamente 11.000 pessoas em 12 países: Austrália, França, Brasil, Colômbia, Alemanha, Malásia, México, Holanda, Nova Zelândia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

Considerando os resultados gerais, o roubo de identidade é a área principal de preocupação. É a ameaça número um em cinco países e a segunda em mais cinco. Fraude de cartão bancário é também uma grande fonte de preocupação, aparecendo como a maior ameaça entre os adultos em quatro países e a segunda em mais seis países.

A segurança nacional foi classificada como a principal preocupação em dois países, incluindo o Brasil e a segunda maior preocupação em outros cinco. Os consumidores geralmente são menos preocupados com a segurança da Internet em comparação com outras áreas , como a segurança nacional e financeira.

No geral os níveis de preocupação com a segurança global não foram alteradas em relação ao estudo de 2013, ficando em 143. O maior aumento foi registrado no México, onde atingiu 203 pontos e a maior queda na Holanda, que registro 66 pontos. Foram registradas quedas acentuadas também na Colômbia, Reino Unido, Austrália e Espanha, mas aumentos significativos na Malásia, México e Brasil.

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