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COE simplificará acesso dos investidores ao universo de operações estruturadas

09 setembro 2013

ANBIMA

Com a regulamentação do COE (Certificado de Operações Estruturadas), anunciada no dia 5 de setembro pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), os investidores brasileiros passam a contar com mais um instrumento para construírem estratégias sofisticadas de investimento, como, por exemplo, as que podem envolver referências de remuneração ligadas a vários tipos de ativos, como ações, taxas de câmbio e índices.

“A criação e a regulamentação do COE é uma discussão de longa data na Associação. Essa é uma conquista do mercado e também dos investidores que terão um instrumento sofisticado, transparente e capaz de dar um retorno combinado em uma mesma estrutura”, fala o vice-presidente da ANBIMA Pedro Lorenzini.

De acordo com Angela Zago, presidente do Comitê de Produtos de Tesouraria da ANBIMA, “esse é um passo importante para o mercado brasileiro. Hoje, para atender necessidades mais complexas de investimento, as instituições geralmente precisam montar operações que envolvem a compra de ativos e derivativos. Com o COE, será possível atender à mesma necessidade com apenas um produto”. Ela explica, também, que o instrumento traz ganhos de transparência para os investidores, que passam a monitorar apenas um instrumento, e para os reguladores, que têm uma ideia mais clara da exposição dos clientes.

A incidência e recolhimento da tributação também deverá ficar mais simples para o investidor. Atualmente, no caso de montar uma operação estruturada com diversos ativos, o cálculo e recolhimento dos impostos incidem individualmente sobre cada operação. Com o COE, a incidência, o cálculo e o recolhimento de impostos deverão ocorrer sobre o certificado.

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