X

Receba nossa programação por email

RECEBA NOSSOS INFORMATIVOS:

Movimento lembra passos de outras empreiteiras

23 setembro 2013

VALOR

A estratégia da Queiroz Galvão de criar uma subsidiária voltada às oportunidades em concessões é semelhante à de outros grupos nascidos da construção pesada. Todos também disputam concessões por meio de subsidiárias e serão concorrentes da QG Infra no setor. A atuação se fortaleceu com a ajuda de capital de terceiros, inclusive dos investidores da bolsa.

O movimento de diversificação foi um marco para as grandes construtoras, buscando reduzir a dependência de obras do governo. Criaram subsidiárias para concessões na década de 90, em meio às privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso.

Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht se uniram e criaram em 1998 a Companhia de Concessões Rodoviárias – mais conhecida como CCR. Para conquistar os projetos em concessão, que demandam muito capital no início dos contratos, a companhia abriu o capital em 2000 e realizou a oferta inicial de ações em 2002.

A construtora OAS se uniu à Previ para criar em 2000 a Invepar – que depois recebeu como sócios Funcef e Petros. A companhia conquistou o aeroporto de Guarulhos e está hoje a caminho de um IPO para conquistar novos projetos.

Em 2010, sete anos após ter sofrido dificuldades e ter vendido sua parte na CCR, a Odebrecht – em um novo movimento de diversificação – criou a Odebrecht TransPort, que atua em terminais portuários, rodovias e mobilidade. Tem como sócio o FI-FGTS, mas o grupo busca mais um acionista.

A construtora paranaense CR Almeida é outro exemplo. Criou a EcoRodovias e fez o IPO em 2010, hoje uma das principais concorrentes em leilões de estradas – além de estar na disputa por aeroportos.

Participe do 4ª Conferência Nacional Concessões de Aeroportos

Data: 25/10/2013

+ informações

Receba mais informações sobre o seminário.